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Conheça a tendência de preenchimento com gordura de cadáver que preocupa médicos
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O sorriso é, reconhecidamente, um dos nossos principais cartões de visita e uma expressão de identidade. Nas últimas décadas, o uso do aparelho ortodôntico transitou entre diferentes percepções socioculturais. Para alguns, os bráquetes metálicos já foram motivo de timidez; para outros, especialmente na estética Y2K (anos 2000) que voltou com força total, as borrachinhas coloridas tornaram-se um acessório de moda e autoexpressão. Hoje, vivemos a era da discrição com os alinhadores invisíveis, que aliam tecnologia e estética de forma quase imperceptível.
Entretanto, independentemente da moda ou do modelo de aparelho escolhido, uma frustração é comum a muitos pacientes: perceber os dentes entortando depois do aparelho após anos de tratamento concluído. Por que isso acontece? A ortodontia, afinal, vai muito além da estética, ela busca a funcionalidade e a reabilitação da saúde bucal.
Neste artigo, vamos mergulhar na ciência por trás da movimentação dentária e explicar por que o “pós-aparelho” é tão vital quanto o tratamento em si.
Para entender por que os dentes podem voltar a entortar, precisamos compreender como eles se mantêm fixos. Os dentes não estão colados ao osso, eles estão suspensos pelo ligamento periodontal, uma estrutura rica em fibras colágenas, vasos sanguíneos e nervos.
Quando o ortodontista aplica uma força através do aparelho, ocorre um processo de remodelação óssea. De um lado da raiz, o osso é “reabsorvido” para abrir espaço, do outro, um novo osso é formado para preencher a lacuna. De acordo com o Dr. Frederico Coelho, fundador do Crool e Doutor em Implantodontia, “os dentes possuem uma espécie de memória elástica nas fibras do ligamento periodontal. Se não houver um suporte adequado após a retirada do aparelho, essas fibras tendem a puxar os dentes de volta para suas posições originais ou para novas posições de equilíbrio”.
O termo técnico para esse movimento indesejado é recidiva. Ela não ocorre por erro médico na maioria das vezes, mas sim por fatores fisiológicos naturais. O corpo humano é dinâmico e o osso alveolar (que sustenta os dentes) passa por mudanças constantes ao longo da vida. Assim como nossa pele muda com a idade, a arcada dentária também sofre adaptações.
Muitos pacientes celebram o dia da retirada do aparelho como o “fim” do tratamento. No entanto, essa é apenas a transição para a fase de estabilização. A contenção ortodôntica é o dispositivo que garante a preservação do novo alinhamento enquanto o osso e os tecidos se consolidam.
Existem dois tipos principais de contenção:
Contenção fixa: Geralmente um fio de aço colado na face interna dos dentes frontais inferiores.
Contenção removível: Placas (como a de Hawley) ou alinhadores transparentes de acetato, usados geralmente no arco superior.
A negligência no uso desses dispositivos é a causa número um para os dentes entortarem depois do aparelho. Sem a contenção, a pressão natural dos lábios, da língua e a mastigação podem facilmente deslocar dentes que ainda não estão totalmente estabilizados em sua nova base óssea.
Além da falta de uso da contenção, outros fatores podem influenciar a movimentação dentária anos após o tratamento:
Com o passar dos anos, ocorre um fenômeno chamado deriva mesial fisiológica. É uma tendência natural de todos os dentes de se moverem lentamente em direção ao centro da face (para a frente). Isso pode causar um apinhamento (dentes encavalados), especialmente nos incisivos inferiores, mesmo em quem nunca usou aparelho.
Embora exista um debate na literatura acadêmica, muitos profissionais observam que a erupção dos terceiros molares (sisos) pode exercer pressão sobre os demais dentes, especialmente se não houver espaço suficiente na arcada. Para o Dr. Frederico Coelho, cada caso deve ser avaliado individualmente: “Nem sempre o siso é o vilão solitário, mas ele compõe um cenário de pressão intrabucal que favorece a movimentação de dentes vizinhos”.
O bruxismo (ranger de dentes) ou o hábito de morder objetos e roer unhas geram forças excessivas e desequilibradas. Essas forças “empurram” os dentes para fora do alinhamento ideal obtido na ortodontia.
A perda de um dente posterior, por exemplo, cria um espaço que faz com que os dentes adjacentes se inclinem, desestabilizando toda a arcada. Da mesma forma, doenças periodontais que causam perda óssea deixam os dentes mais “moles” e suscetíveis a movimentos.
A prevenção é o melhor caminho para evitar um segundo tratamento ortodôntico. No Crool, acreditamos que a manutenção da saúde bucal é um compromisso contínuo. Aqui estão as orientações fundamentais:
Respeite o tempo de contenção: Use o aparelho de contenção conforme a prescrição do seu ortodontista. Em muitos casos, a contenção fixa inferior é recomendada para uso permanente.
Visitas regulares ao dentista: Consultas de rotina permitem que o profissional verifique se a contenção está íntegra e se há sinais de movimentação inicial.
Atenção aos sinais: Se você sentir que sua contenção removível está “apertada” ou notar um pequeno espaço (diastema) abrindo, procure ajuda imediatamente. Intervir cedo evita que o problema se agrave.
Cuide da sua gengiva: O osso e a gengiva são o alicerce dos seus dentes. Mantenha uma higiene rigorosa e faça limpezas profissionais periódicas.
No Crool, reconhecemos que a relação entre o paciente e seu sorriso é profunda e evolui com o tempo. Entendemos que a vida acontece e, às vezes, a contenção é deixada de lado ou quebra sem que percebamos o risco. Nossos profissionais são treinados para uma “escuta generosa”, acolhendo pacientes que já passaram por tratamentos anteriores e buscam recuperar a harmonia do sorriso.
Como afirma o Dr. Frederico Coelho: “Nosso foco não é apenas endireitar dentes, mas oferecer uma estrutura de suporte que garanta que esse resultado perdure por décadas. Utilizamos tecnologia de ponta, desde o escaneamento intraoral para diagnósticos precisos até os alinhadores mais modernos do mercado”.
Se você percebeu seus dentes entortando depois do aparelho, saiba que há solução. O Crool é referência em tratamento ortodôntico em Goiânia e está pronto para receber você, seja para uma nova avaliação, para a confecção de novas contenções ou para conhecer as vantagens dos alinhadores invisíveis. Cuidado odontológico? Crool, é lógico. Clique aqui e agende sua avaliação.
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