Menino no consultório sem medo de dentista.

Medo de dentista? Entenda como a tecnologia vence a fobia

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O que o ícone do sertanejo Leonardo, a estrela Marina Ruy Barbosa e a lenda do rock Freddie Mercury têm em comum? À primeira vista, quase nada. Mas, por trás do brilho das câmeras e dos palcos, os três compartilham um receio que faz o coração de muita gente bater mais forte: o medo de dentista. Leonardo e Marina já admitiram publicamente o desconforto com o ambiente clínico, e Mercury, famoso por seu sorriso “extra” (ele tinha quatro dentes a mais), teria evitado correções ortodônticas por anos, em parte pelo temor de que a cirurgia alterasse sua ressonância vocal — uma forma específica de ansiedade ligada ao tratamento.

Esse “frio na barriga” que acomete celebridades é, na verdade, uma condição clínica que afeta milhões de brasileiros. No entanto, quando o receio se transforma em pânico paralisante, entramos no terreno da ansiedade odontológica e da odontofobia.

Ansiedade vs. Odontofobia: Qual a diferença?

Embora muitas vezes usados como sinônimos, esses termos possuem pesos diferentes na balança da psicologia e na cadeira do dentista. Segundo o Dr. Frederico Coelho, fundador do Crool Centro Odontológico, mestre e doutor em Implantodontia, é fundamental saber diferenciar um do outro para buscar a ajuda correta.

“A ansiedade odontológica é um estado de apreensão. O paciente sabe que precisa ir, sente-se desconfortável, mas consegue realizar o procedimento, ainda que com estresse. Já a odontofobia é um medo irracional e persistente, classificado pela OMS no Código Internacional de Doenças (CID). Nela, a pessoa evita o tratamento a qualquer custo, mesmo sentindo dores intensas”, explica o Dr. Frederico.

Dados do Conselho Federal de Odontologia (CFO) mostram que cerca de 15% da população brasileira apresenta algum grau de ansiedade odontológica. Já a odontofobia, em seu estado mais agudo, atinge cerca de 2% dos brasileiros. Pode parecer um número pequeno, mas estamos falando de milhões de pessoas que podem enfrentar perda de dentes, infecções severas e isolamento social por puro medo.

Por que temos medo? As raízes do pânico

Antes de tudo, entender a causa é o primeiro passo para o acolhimento. Portanto, vamos às razões mais comuns apontadas pelos especialistas, as mesmas incluem:

  1. Traumas de infância: Experiências negativas em uma época em que a odontologia não era tão tecnológica quanto hoje.

  2. Medo da dor: A antecipação do sofrimento físico é o maior gatilho para o cérebro.

  3. Sensação de vulnerabilidade: Estar deitado, com a boca aberta e sem controle sobre o que acontece, gera uma resposta de “luta ou fuga”.

  4. Vergonha do estado bucal: Muitos pacientes evitam o dentista porque se sentem julgados pela condição de seus dentes, criando um ciclo vicioso de negligência.

  5. Falta de informação: O medo do desconhecido. Quando o paciente não entende o que será feito, a imaginação cria cenários piores que a realidade.

O que os números nos dizem?

A ciência tem se debruçado sobre esse tema para entender quem são esses pacientes. Um estudo realizado para validar a Dental Anxiety Scale no Brasil revelou que, de 742 participantes adultos, 8,2% possuíam ansiedade alta e 20% moderada. Em Aracaju (SE), o impacto em jovens também é notável: 18% dos adolescentes entre 12 e 18 anos sofrem com essa desordem.

Além disso, a questão socioeconômica também pesa. Só para ilustrar, em Pelotas (RS), uma pesquisa com 608 mulheres identificou que a alta ansiedade estava frequentemente associada à baixa escolaridade e menor renda, o que resulta em um padrão de atendimento irregular. Essa mesma irregularidade foi vista em um estudo australiano com quase 4 mil pessoas: os “medrosos” demoram mais para marcar consultas, desistem mais vezes do atendimento e, consequentemente, relatam mais dores de dente e insatisfação com a aparência.

“Existe também o fator familiar”, pontua o Dr. Frederico. “Alguns estudos apontam que pais ansiosos tendem a ter filhos com maior índice de problemas bucais. Isso ocorre porque o medo é transmitido culturalmente, e poucas informações sobre saúde bucal impedem que a prevenção seja prioridade”.

Sinais de alerta: você é um paciente ansioso?

Dessa forma, identificar os sintomas é o primeiro passo para a mudança. Então, fique atento se, ao marcar uma consulta, você apresentar:

  • Palpitação e sudorese.

  • Dificuldade para dormir na noite anterior à consulta.

  • Vontade de chorar ou náuseas ao ouvir o som do “motorzinho”.

  • Irritabilidade ou sensação de pânico na sala de espera.

A tecnologia a favor da paz de espírito

A boa notícia é que a odontologia de 2026 não lembra em nada os cenários de filmes de terror. Hoje, o foco total é na experiência do paciente. No Crool Centro Odontológico, a tecnologia é uma aliada direta contra o medo.

“Hoje utilizamos recursos como a sedação consciente, onde o paciente relaxa profundamente sem perder a consciência”, destaca o Dr. Frederico Coelho. Além disso, o uso de scanners intraorais substitui as moldagens clássicas que causavam ânsia em muitos pacientes, e o planejamento digital permite que a pessoa veja o resultado antes mesmo de começar, reduzindo a ansiedade do desconhecido.

O segredo está no acolhimento

No entanto, a tecnologia sozinha não faz milagres. O fator humano é o que realmente “cura” o medo. A orientação para quem sofre com esse problema é: não tente lidar com isso sozinho.

“O papel do cirurgião-dentista moderno é ser um parceiro do paciente. Nós precisamos ouvir o histórico desse medo, explicar cada passo do procedimento e criar um ambiente de segurança”, afirma o Dr. Frederico. Encontrar uma clínica que tenha essa visão humanizada é essencial.

O Crool Centro Odontológico nasceu com esse propósito. Com uma estrutura preparada para oferecer conforto e uma equipe treinada para o acolhimento, o Crool une o que há de mais moderno em ciência e tecnologia para garantir que o cuidado com o sorriso seja uma jornada tranquila e segura.

Se você se identificou com os famosos ou com os dados desta matéria, lembre-se: cuidar da sua saúde bucal é um ato de amor-próprio. E com os profissionais certos, o único som que você vai querer ouvir no consultório é o da sua própria satisfação ao se olhar no espelho. Cuidado odontológico? Crool, é lógico. Clique aqui e agende sua avaliação.

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