CROOL
Radhika Sanghan radicalizou na dieta e se arrependeu. Entenda por que cortar
Compartilhe:
Imagine a cena: você finalmente toma coragem, vai ao dentista e remove aquele dente do siso que estava incomodando há meses. O procedimento é um sucesso, mas, no dia seguinte, ao tentar comer aquela canja ou até mesmo escovar os dentes, vem a surpresa, a boca simplesmente não abre. Parece que existe uma trava invisível impedindo o movimento natural da sua mandíbula. Pois bem, se você já passou por isso ou conhece alguém que viveu esse “perrengue” da odontologia, saiba que essa condição tem nome: trismo.
Embora o termo pareça estranho, ele é um velho conhecido nos consultórios odontológicos e, se não for bem acompanhado, pode transformar um pós-operatório simples em um verdadeiro desafio de paciência e desconforto.
O trismo é definido tecnicamente como a restrição da abertura bucal devido a espasmos musculares dos músculos da mastigação. Em um cenário normal, uma pessoa adulta consegue abrir a boca entre 40 e 50 milímetros (o equivalente a três dedos transversais). Quando essa medida cai drasticamente, estamos diante de um quadro de trismo.
Para o Dr. Frederico Coelho, fundador do Crool Centro Odontológico, Mestre e Doutor em Implantodontia, o trismo não é uma doença em si, mas um sintoma. “É um sinal de que algo não vai bem na harmonia entre os músculos, os nervos e a articulação temporomandibular (ATM). Frequentemente, vemos o trismo surgir após extrações dentárias complexas, onde a boca precisou ficar aberta por muito tempo ou houve um processo inflamatório mais intenso na região dos músculos masseter e temporal”, explica o especialista.
Para entender o trismo, precisamos falar da ATM (Articulação Temporomandibular). Ela é, sem dúvida, uma das articulações mais complexas do corpo humano. Localizada logo à frente do ouvido, ela liga a mandíbula ao crânio e permite que você fale, mastigue, boceje e até cante no chuveiro.
De acordo com o Dr. Frederico Coelho, a ATM funciona como uma dobradiça deslizante. “Se os músculos que movem essa articulação entram em fadiga ou sofrem um trauma — como uma injeção de anestesia que atinge um pequeno vaso ou uma inflamação pós-cirúrgica — eles se contraem como forma de proteção”, afirma o doutor. Em outras palavras, é o corpo dizendo: “Não mexa aqui agora, estou tentando me recuperar”. O problema é que essa “proteção” limita funções básicas do dia a dia.
Além disso, nem todo trismo é igual, e saber diferenciar a duração do quadro é fundamental para o sucesso do tratamento.
Trismo temporário (Agudo): É o mais comum. Geralmente surge após a extração de siso, cirurgia de implante dentário ou até mesmo após um tratamento de canal muito longo. Ele costuma durar de uma a duas semanas e responde bem a compressas e medicamentos básicos prescritos pelo dentista.
Trismo prolongado (Crônico): Este é o sinal de alerta. Se a dificuldade de abrir a boca persiste por mais de duas semanas ou piora com o tempo, pode haver complicações maiores, como infecções (abscessos), fibrose muscular ou problemas degenerativos na própria ATM.
“No Crool, enfatizamos que o paciente não deve ignorar a persistência do sintoma. O trismo prolongado pode levar à desnutrição, dificuldade de higienização — o que gera cáries e doenças periodontais — e até problemas na fala”, alerta o Dr. Frederico.
O trismo não nasce apenas de cirurgias. Ele pode ser o “mensageiro” de outros problemas que você nem sabia que tinha:
Bruxismo e apertamento: O hábito de ranger os dentes sobrecarrega os músculos. Em crises agudas de estresse, a musculatura pode entrar em fadiga extrema, resultando em trismo.
Infecções pericoronárias: Sabe aquele siso que está “nascendo” e a gengiva em volta inflama? Essa infecção pode se espalhar para os tecidos próximos, causando o travamento da mandíbula.
Disfunção Temporomandibular (DTM): Problemas estruturais na ATM podem predispor o paciente a episódios recorrentes de trismo.
Radioterapia: Além da cárie de radiação, pacientes em tratamento de câncer de cabeça e pescoço podem desenvolver trismo como efeito colateral da radiação nos tecidos musculares.
Se você se viu nessa situação, a primeira regra de ouro é: não tente forçar a abertura da boca sozinho. Isso pode causar microlesões nas fibras musculares e piorar o espasmo.
Para o Dr. Frederico Coelho, o tratamento ideal é multidisciplinar. No Crool, a abordagem começa com um diagnóstico clínico preciso, medindo a abertura bucal e identificando a causa raiz. Entre as condutas comuns estão:
Termoterapia: O uso de compressas mornas ajuda a relaxar a musculatura e aumentar a irrigação sanguínea no local.
Medicamentos: Analgésicos, anti-inflamatórios e, em alguns casos, relaxantes musculares são essenciais na fase aguda.
Fisioterapia oral: Exercícios suaves e graduais de abertura e fechamento, muitas vezes auxiliados por dispositivos específicos, ajudam a “reeducar” o músculo.
Laserterapia: Um dos diferenciais tecnológicos. “O laser de baixa potência tem efeito analgésico e bioestimulante, acelerando a recuperação das fibras musculares e reduzindo o edema”, explica o fundador do Crool.
Lidar com o trismo exige mais do que apenas uma prescrição de remédios, exige um olhar atento de quem entende de biomecânica facial. O Crool Centro Odontológico se destaca como referência justamente por unir tecnologia de ponta e o conhecimento acadêmico e prático de profissionais como o Dr. Frederico Coelho.
Seja para uma extração segura que minimize os riscos de trismo, ou para tratar um quadro já instalado, o Crool oferece uma estrutura completa de diagnóstico por imagem e especialistas em diversas áreas para garantir que sua única preocupação seja exibir um sorriso saudável.
Se a sua mandíbula deu sinais de cansaço ou se você está sentindo que sua abertura bucal não é mais a mesma, não espere o quadro se tornar crônico. Procure quem é autoridade no assunto.
Então, já sabe, né? Cuidado odontológico? Crool, é lógico. Clique aqui e agende sua avaliação.
Compartilhe:
Desenvolvido por Red WebDesign