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Como chegar na velhice com o máximo de dentes naturais? Especialista explica
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Você já parou para pensar em como estará o seu sorriso quando você soprar 80 velinhas? Para muitos, a imagem da terceira idade ainda está ligada àquela caixinha de água ao lado da cama para guardar a dentadura. Mas, se depender de um movimento que nasceu no Japão e ganhou o mundo, esse cenário está virando coisa do passado. Na Terra do Sol Nascente, o lema é claro: chegar aos 80 anos com, pelo menos, 20 dentes naturais na boca.
Embora pareça uma tarefa fácil, é importante pontuar que nem todos possuem as mesmas oportunidades. Só para ilustrar, a principal causa por trás da perda dentária no Brasil ainda é a cárie. Além disso, muitos hábitos geracionais podem ser nocivos ao sorriso e as consequências só são vistas anos mais tarde, ainda mais quando a consulta de rotina não é uma prioridade ou possibilidade.
Diante de uma realidade em que a maioria das pessoas não sabe nem escovar os dentes direito, políticas públicas como a que vamos falar a seguir são importantes para mostrar à população que, além de cartão de visitas, o sorriso é um dos principais indicadores de longevidade.
O Fenômeno 8020: Do Japão para o mundo
Tudo começou em 1987, na província de Aichi. Naquela época, pesquisadores e autoridades locais notaram algo intrigante: os idosos que mantinham pelo menos 20 dentes próprios conseguiam desfrutar de quase todos os alimentos da tradicional e rica dieta japonesa — do arroz firme aos vegetais crocantes e lulas. Quem tinha menos que isso, acabava restrito a dietas pastosas, perdendo não apenas o prazer de comer, mas nutrientes vitais.
Em 1989, o Ministério da Saúde do Japão, junto à Associação Dentária Japonesa, oficializou a Campanha 8020. O objetivo era simples, mas audacioso: promover a saúde bucal para que a população não perdesse a funcionalidade mastigatória ao envelhecer. Em 2000, foi criada a 8020 Promotion Foundation, uma fundação que une governo e empresas para garantir que a prevenção comece no berço e siga até a maturidade.
O impacto foi tão profundo que o modelo japonês hoje é estudado globalmente. Afinal, dentes saudáveis não servem apenas para uma “selfiee” bonita, eles são ferramentas essenciais para a nutrição e estão diretamente ligados à prevenção de doenças sistêmicas.
Dito isso, por que 20 dentes?
Pode parecer um número arbitrário, mas a ciência explica. Adultos têm, normalmente, 32 dentes (contando os sisos). Ter pelo menos 20 dentes funcionais é o “ponto de virada” para que uma pessoa consiga mastigar adequadamente. Sem essa capacidade, a digestão é prejudicada logo no início, e o isolamento social pode aparecer, já que muitos idosos sentem vergonha de comer em público quando têm dificuldades com próteses instáveis.
Para o Dr. Frederico Coelho, fundador do Crool Centro Odontológico, Mestre e Doutor em Implantodontia, essa visão japonesa precisa ser importada para o cotidiano brasileiro. “Muitas pessoas ainda acreditam que perder dentes é uma consequência inevitável do tempo. Não é. A odontogeriatria moderna e a odontologia preventiva nos mostram que, com os estímulos certos e o acompanhamento adequado, o dente natural é sempre a melhor opção”, afirma o especialista.
O relógio biológico e a saúde global
A urgência desse tema ganha contornos globais quando olhamos para os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Estima-se que, até 2050, cerca de 25% da população global terá 60 anos ou mais — o que representa aproximadamente 2 bilhões de pessoas. Em outras palavras, envelhecer bem é uma prioridade global.
O Dr. Frederico ressalta que a saúde da boca reflete no corpo todo. “Estudos mostram uma correlação direta entre a periodontite (inflamação grave da gengiva) e complicações em doenças como diabetes e problemas cardiovasculares. O foco no ‘8020’ não é apenas sobre dentes, é sobre envelhecer com saúde sistêmica”, explica o fundador do Crool.
Leia também: 7 doenças que você pode descobrir pelos sintomas na boca
5 dicas fundamentais para manter seus dentes naturais até os 80 anos (e além!)
Para te ajudar a trilhar esse caminho da longevidade bucal, listamos orientações essenciais que unem a disciplina japonesa ao cuidado tecnológico que temos disponível hoje.
1. Higiene: A regra de ouro não aceita atalhos
Não é novidade, mas é o que mais falha. A escovação após cada refeição e o uso diário do fio dental são a base de tudo. O acúmulo de biofilme (placa bacteriana) é o principal responsável pela cárie e pela doença periodontal, as maiores causas por trás da perda de dentes em adultos. O Dr. Frederico Coelho enfatiza: “O fio dental não é um acessório opcional, ele é o responsável por limpar onde a escova não alcança. Sem ele, você está deixando 40% da superfície do dente suja”.
2. Olho na alimentação (e no açúcar invisível)
A dieta japonesa é rica em fibras, frutas e vegetais, os chamados alimentos detergentes, que ajudam na autolimpeza dos dentes. Por outro lado, o consumo excessivo de açúcares e alimentos ultraprocessados cria um ambiente ácido perfeito para a erosão do esmalte. Troque o refrigerante pela água e prefira frutas inteiras em vez de sucos coados, a mastigação de alimentos fibrosos estimula a saúde gengival.
Leia também: Dieta mediterrânea: A alimentação que protege seus dentes e gengivas
3. Atenção aos sinais silenciosos
A doença periodontal costuma ser silenciosa. Sangramento ao escovar, gengiva retraída ou um leve amolecimento dos dentes são sinais de alerta vermelho. No Crool Centro Odontológico, o foco é identificar esses sinais precocemente. Segundo o Dr. Frederico, “O diagnóstico precoce evita intervenções complexas no futuro. A prevenção é, sem dúvida, o melhor investimento que alguém pode fazer para sua saúde e para o seu bolso”.
4. Check-up preventivo: O segredo da constância
Ir ao dentista apenas quando dói é um erro estratégico. As visitas regulares para limpeza profissional e avaliação clínica permitem que problemas sejam resolvidos ainda na fase inicial. No contexto do 8020, o acompanhamento ao longo do ciclo de vida — da infância à terceira idade — é o que garante que o dente natural permaneça em seu lugar.
5. Controle o bruxismo e o estresse
O desgaste mecânico dos dentes pelo apertamento (bruxismo) tem crescido vertiginosamente. Dentes desgastados são mais suscetíveis a fraturas e perdas. O uso da placa oclusal e o acompanhamento com especialistas podem salvar a estrutura do seu sorriso para as décadas seguintes.
Prevenção: O investimento que atravessa gerações
A jornada para chegar aos 80 anos com 20 dentes começa hoje, independentemente da sua idade atual. É uma abordagem de “ciclo de vida”. Dessa forma, a consciência individual e familiar é o que pode mover a mudança de paradigma no Brasil.
O Crool Centro Odontológico nasceu com essa missão de ser um parceiro da família em todas as suas fases. Sob a liderança do Dr. Frederico Coelho, o centro aplica os conceitos mais modernos da odontologia para garantir que a prevenção seja o pilar central. “Nós cuidamos do paciente desde o nascimento até a terceira idade. Nosso objetivo é que a tecnologia e a ciência que dominamos no Crool sirvam para preservar a biologia natural do paciente. Nada substitui o conforto de ter seus próprios dentes para sorrir e se alimentar bem”, pontua o Dr. Frederico.
Por fim, o movimento 8020 nos ensina que o sorriso não tem prazo de validade. Com a evolução da odontogeriatria e o compromisso com a prevenção, o estigma da dentadura está sendo substituído pela celebração da funcionalidade. Afinal, viver mais é maravilhoso, mas viver mais com a capacidade de saborear a vida — e os alimentos — é o verdadeiro segredo da longevidade.
Que tal começar seu plano “8020” hoje mesmo? Seu eu do futuro certamente vai te agradecer com um belo e saudável sorriso. Cuidado odontológico? Crool, é lógico. Clique aqui e agende sua avaliação.
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