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Entenda o caso da fita 9D White, os riscos de usar substâncias
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O glitter já está a postos, a fantasia pendurada no cabide e as playlists de “Carnaval 2026” já dominam os streamings. Fevereiro chegou e, com ele, a energia inigualável dos blocos de rua e dos sambódromos por todo o Brasil. Mas, entre um “match” no meio da multidão e um gole de água para hidratar, existe um convidado indesejado que ninguém quer levar para casa: as infecções bucais.
Assim como sempre falamos por aqui, a boca é a porta de entrada para o nosso corpo. Então, como é de se imaginar, durante a folia, ela fica especialmente exposta. Troca de fluidos, compartilhamento de copos e a queda na imunidade causada pelo cansaço formam o cenário perfeito para microrganismos. Portanto, para entender como blindar o sorriso e a saúde geral, conversamos com o Dr. Frederico Coelho, fundador do Crool Centro Odontológico, Mestre e Doutor em Implantodontia.
Diferente de outros anos, o Carnaval de 2026 acontece sob o olhar atento das autoridades globais de saúde em relação ao vírus Nipah. Recentemente reportado com preocupação em boletins internacionais, esse vírus, que possui uma taxa de mortalidade alta e ainda não conta com vacina específica, reforça a necessidade de um cuidado que já deveria ser hábito: o controle rigoroso da higiene e o não compartilhamento de itens pessoais.
“A prevenção é a nossa maior ferramenta. Embora o mundo monitore o Nipah e não exista indicação de disseminação fora de território indiano, não podemos esquecer das demais doenças virais que ganham força no Carnaval brasileiro através da saliva e do contato próximo”, alerta o Dr. Frederico Coelho.
O Dr. Frederico explica que a proximidade física e a troca de fluidos facilitam a transmissão de diversas patologias. Confira as principais:
Mononucleose: Também conhecida como “a doença do beijo”, a mono é causada pelo vírus Epstein-Barr, provoca febre, dor de garganta e aumento dos gânglios. Na boca, pode se manifestar com placas brancas na garganta.
Herpes labial: O estresse físico e a exposição solar excessiva durante os blocos podem ativar o vírus do herpes labial, causando bolhas dolorosas nos lábios.
Candidíase oral: Já ouviu falar de sapinho? Pois é, a queda de imunidade e o excesso de açúcar (comum em bebidas alcoólicas) favorecem o crescimento de fungos.
Caxumba e catapora: Doenças virais que, apesar das vacinas, ainda encontram brechas em aglomerações, afetando as glândulas salivares e a mucosa bucal.
ISTs com manifestação oral: Sífilis e gonorreia podem apresentar lesões na cavidade bucal, muitas vezes confundidas com aftas comuns.
Dessa forma, para que a única lembrança do Carnaval seja a alegria, o Dr. Frederico lista medidas práticas que devem ser adotadas desde o primeiro dia de festa:
Não é porque você chegou cansado do bloco que deve pular a escovação. Em outras palavras, se chegou em casa, já realize a rotina de higiene bucal. “O álcool altera o pH da boca e reduz a produção de saliva, deixando os dentes desprotegidos contra cáries e inflamações gengivais”, explica o especialista. Além disso, outra alternativa é carregar um kit de higiene compacto na pochete.
Um ponto de atenção importante são os batons, glosses, copos e, principalmente, os populares vapes e pods (cigarros eletrônicos). Por si só, o uso de dispositivos eletrônicos de fumar já é nocivo e causa danos químicos diretos aos tecidos da gengiva. Contudo, quando compartilhado, esse risco é amplificado e torna-se um vetor perigoso para infecções respiratórias e bucais. Dito isso, não compartilhe objetos pessoais, ainda mais aqueles que passam pela sua boca.
Uma das coisas que seu dentista gostaria que você soubesse é que beber água entre uma bebida alcoólica e outra não serve apenas para evitar a ressaca. Na verdade, a água ajuda a lavar os resíduos de açúcar e acidez da boca, mantendo o fluxo salivar adequado para proteger o esmalte dentário. Então, na dúvida, siga o conselho do Timbalada e tome uma água mineral para ficar legal.
Na pressa de abrir uma cerveja ou uma embalagem de adereço, muitos utilizam os dentes como alavanca. “Isso é um erro clássico que gera fraturas dentárias imediatas, muitas vezes comprometendo a estética e a função, exigindo intervenções de urgência como implantes ou coroas”, adverte o fundador do Crool.
Passados os dias coloridos, nas quartas somos cinzas, ou seja, é hora de fazer um “check-up” visual. Diante disso, acabou o bloquinho, mas não acabou o cuidado. O Dr. Frederico Coelho orienta a ficar atento aos seguintes sinais:
Feridas que não cicatrizam em até 10 dias.
Manchas brancas ou avermelhadas na língua, bochechas ou céu da boca.
Sangramento espontâneo da gengiva.
Inchaço nas glândulas abaixo da mandíbula ou perto das orelhas.
Dificuldade para engolir ou dor de garganta persistente.
“Muitas vezes, uma pequena afta pode esconder uma infecção mais séria. A avaliação profissional é indispensável para descartar qualquer problema que possa evoluir para algo sistêmico”, diz o doutor.
Por fim, mesmo que você tenha seguido todas as dicas e não sinta nenhum desconforto, a visita ao dentista após grandes eventos como o Carnaval é uma estratégia de saúde inteligente. A profilaxia odontológica (limpeza profissional) remove a placa bacteriana e o tártaro acumulados nos dias de negligência com a dieta e o sono.
O Crool Centro Odontológico destaca-se como o lugar ideal para esse atendimento. Com uma infraestrutura de ponta e uma equipe liderada pelo Dr. Frederico Coelho, o centro foca na prevenção personalizada. No Crool, o paciente não recebe apenas uma limpeza, mas um diagnóstico completo da saúde da mucosa e dos tecidos de suporte dos dentes.
“Nosso objetivo é garantir que a saúde bucal não seja um empecilho para a qualidade de vida. O Carnaval passa, mas o seu sorriso precisa durar a vida toda”, finaliza o Dr. Frederico. Cuidado odontológico? Crool, é lógico. Clique aqui e agende sua avaliação.
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